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16ª Reunião ordinária do Conselho do HIDS

ATA DA DÉCIMA SEXTA REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO FUNDADOR DO

HUB INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

HIDS

No sexto dia do mês de dezembro de 2023, às 17 horas, em uma reunião presencial, na Casa do Professor Visitante (CPV), fizeram-se presentes as seguintes entidades e seus respectivos representantes, para a 16ª Reunião Ordinária do Conselho Consultivo Fundador do HIDS.

Os conselheiros: Adriana Flosi, Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, representando Dário Saadi, Prefeito de Campinas; o Prof. Dr. Antônio José de Almeida Meirelles, reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e presidente do Conselho do HIDS; o Prof. Dr. Germano Rigacci Júnior, reitor da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) e presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Fórum Campinas Inovadora (FFCi); Rui Henrique Pereira Leite de Albuquerque, assessor da diretoria geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), representando José Roque da Silva, diretor-geral do CNPEM; Carlos Prax, diretor do Centro de Tecnologia da Cargill América Latina; Pedro Claudio Silva, diretor financeiro da Sanasa, representando o presidente da Sanasa, Manuelito Pereira Magalhães Júnior; Paulo Curado, Diretor de Inovação no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD), representando o presidente do CPQD, Sebastião Sahão Junior; Stanley R. de Medeiros Oliveira, chefe-geral da Embrapa Agricultura Digital;. Viviane Derrite Dias, diretora financeira do Instituto ELDORADO, representado Roberto Soboll, superintendente do Instituto ELDORADO.

E os convidados: Mariano Laplane, coordenador do HIDS Unicamp; Eduardo Gurgel do Amaral, gestor de parcerias do HIDS Unicamp e presidente da Fundação Fórum Campinas Inovadora, Carla Macário, Chefe Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agricultura Digital, Gabriela Celani, diretora geral Centro de Estudos sobre Urbanização para o Conhecimento e a Inovação (Ceuci) e membro da equipe da Coordenação de Implantação do HIDS Unicamp, Bruno Moreira, CEO da Inventta, Thais Collichio, gerente de projetos da Inventta e o Prof. Dr. Victor Deantoni, Pró-Reitor de Pessoas e Serviços Compartilhados na PUC-Campinas.

Foram convidados, mas não compareceram: Renato Povia, diretor de Recursos Humanos na CPFL; Paulo Roberto Dallari Soares, vice-presidente da TRB Pharma; Franklin Gindler, presidente da Cariba Empreendimentos e Incorporação; o Prof. Dr. Rodrigo Coelho Sabbatini, diretor das Faculdades de Campinas (FACAMP) e Thiago Rodrigues Liporaci, secretário executivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

O presidente do Conselho Consultivo do HIDS e reitor da Unicamp, Antonio José de Almeida Meirelles, abriu a reunião dando boas-vindas a todos. Ao falar do momento atual do projeto do HIDS, ele destacou a convergência das instituições para consolidar o Hub, em um movimento positivo e irreversível. “Essa é minha expectativa para 2024”, afirmou o presidente do Conselho do HIDS.

Ele lembrou ainda que um dos objetivos das ações ao longo de 2023 era ampliar a comunicação sobre o HIDS e que isso foi atingido, tanto internamente na Unicamp, como por meio das audiências públicas organizadas pela Prefeitura de Campinas. Para 2024, o foco será na atração de investimentos e captação de recursos para tangibilizar o projeto.

Em seguida, por meio da aprovação da ata da 15ª reunião do Conselho do HIDS (que ocorreu em 16/08/2023), foi aprovada e oficializada a integração do Conselho do HIDS com a Fundação Fórum Campinas Inovadora, como Conselho de Desenvolvimento Sustentável. Com isso fica consolidada a governança do HIDS por meio da parceria com a Fundação.

Eduardo Gurgel, presidente da Fundação tomou a palavra para detalhar o plano de ação da Fundação para 2024 com o Conselho do HIDS incorporado para avaliação dos Conselheiros. O plano inclui valores para cada eixo de atuação totalizando R$ 1.606.000,00.

A proposta tem como ponto de partida o plano de gestão de projeto do HIDS apresentado pela Inventta. A justificativa é a necessidade de dar tração para o projeto do HIDS, a partir de uma estrutura em cinco frentes de atuação:

  1. Estrutura física
  2. Marketing e Comunicação
  3. Modelo de negócio
  4. Governança
  5. Sustentabilidade

Para isso, será necessário estruturar uma equipe que ajude a criar convergências com empresas, governo e com o setor imobiliário.

O plano para o eixo da estrutura física se desdobra em quatro ações: ocupação do território, tangibilização do projeto, viabilização da infraestrutura básica e ativação do espaço.

O eixo de marketing e comunicação foi apontado como um dos principais para alavancar o projeto. Ele inclui 1. branding (com ações como um concurso para definir nome e logomarca do projeto e estruturação de uma estratégia de marketing); 2. comunicação externa (com elaboração de um site bilíngue e divulgação de notícias e conteúdos relacionados à sustentabilidade); 3. Interação com a comunidade (realização de rodas de conversa para escuta sobre iniciativas e ações a serem tomadas e implementação de iniciativas de sustentabilidade voltadas para as novas gerações, com programas em escolas e visitas guiadas ao espaço); 4. Realização e participação em eventos (organização de conferência internacional sobre sustentabilidade no espaço do HIDS e enviar representantes do HIDS em eventos nacionais e internacionais).

Em relação ao modelo de negócio, foi apontada a necessidade de aprimorar o conceito do HIDS para atração de investimentos, recursos e patrocínios. Também será fundamental criar instrumentos jurídicos para receber e usar esses recursos, além de criar parcerias para ter apoio jurídico na elaboração de contratos, convênios e parcerias. Ainda nesse eixo do plano de ação para 2024, foi mencionado o engajamento com stakeholders-chave para: “vender” o projeto para proprietários e empreendedores da área do HIDS; para articulação de rede de investidores imobiliários de modo a aumentar a atratividade do projeto e para envolvimento ativo junto aos stakeholders do ecossistema de inovação de Campinas e Região nas ações estruturantes do projeto.

Eduardo Gurgel citou a importância de se estabelecer uma frente de ação que promova a sustentabilidade nas empresas, nos municípios e em toda a sociedade, como a mais importante do plano de ação para legitimar o HIDS, desde já, sem que se tenha que aguardar a construção de infraestrutura urbana e predial. O objetivo é o que o HIDS se estruture e se posicione como referência na propagação de soluções em sustentabilidade, seja por meio de pesquisas, seja por meio de identificação de soluções existentes e divulgação para empresas/setor público, seja por meio de educação e formação de cultura sobre o tema. As instituições já presentes na área do HIDS têm boas iniciativas e projetos nesta área. Além disso, várias dessas instituições se destacam por ter pesquisas que podem atender demandas do mercado. O HIDS deve ser um integrador e articulador dessas demandas.

A cidade de Campinas e os municípios do entorno são territórios propícios para adoção de tecnologias e soluções para sustentabilidade. De acordo com Gurgel, há um grande potencial para transformar a região em uma importante referência de práticas sustentáveis e para conscientização da sociedade de maneira geral. Ele deu como exemplo o financiamento pela Prefeitura de Campinas da construção de uma sede do HIDS na Fazenda Argentina, o que deve atrair outros parceiros. “A sustentabilidade é o tema indutor de novos parceiros em 2024”, afirmou o presidente da FFCi.

Mariano Laplane tomou a palavra para sugerir que até a nossa próxima reunião do Conselho, em março de 2024, é necessário canalizar os esforços em entregar ações: “profissionalizar” as ações do HIDS e ampliar a comunicação com os parceiros. Ele explicou a proposta de criar um Comitê Executivo/Técnico para aproximação e diálogos com o setor empresarial. O coordenador do HIDS Unicamp sugeriu ainda que cada uma das verticais propostas tenha um líder.

Em seguida a palavra foi aberta para comentários dos membros do Conselho.

O dirigente da Cargil, Carlos Prax, destacou que 2024 é um ano crítico. “Precisamos reconhecer o poder de realização das instituições do HIDS e das organizações satélites e de fazer juntos. Nós temos uma agenda muito poderosa e sabemos que no próximo ano estamos projetando transformações”, afirmou. Ele pontuou sobre a necessidade de estabelecer um senso de urgência e de ter um fio condutor para gerar impacto e atrair atenção. “Se alinharmos as nossas iniciativas, 2024 será um ano muito poderoso. Para isso, temos que encontrar uma proposta de valor capaz de ressoar na sociedade. Essa é a lição que ainda não fizemos, um esforço que precisamos fazer –identificar esse elemento!”, disse o dirigente da Cargill. Ele afirmou ainda que é importante priorizar alguns eixos da sustentabilidade capazes de atrair empresas, recursos. “Por um lado, temos o entusiasmo, mas por outro precisamos de ações de imediato!”, concluiu.

Ele mencionou a criação do Tropical Food Innovation Lab, um ecossistema de inovação para o desenvolvimento de alimentos e bebidas sustentáveis, com foco na biodiversidade brasileira, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), sediado em Campinas. Um projeto que, segundo ele, poderia ser apropriado pelo HIDS. O Laboratório vai desenvolver estudos sobre os diferentes biomas brasileiros e as possibilidades para impactar a sociedade, indústria e comunidade. Ele sugeriu ainda construir pautas para falar de sustentabilidade e elementos do futuro, por exemplo alimentação do futuro. Em Campinas haverá um fundo específico para essa pauta.

O reitor da PUC-Campinas e presidente do Conselho Deliberativo da FFCi, Germano Rigacci, tomou a palavra e destacou a importância de criar uma boa estratégia de comunicação para “expressar nossos valores, por exemplo o valor econômico que conseguimos gerar”. Ele lembrou que o projeto avançou nas questões da personalidade e segurança da jurídica e que já existem no território produtos diferenciados, com o foco em sustentabilidade. “Isso é um diferencial”, disse. No entanto, segundo ele, é preciso estabelecer regras claras para empreendimentos imobiliários, considerar algum tipo de incentivo fiscal e recuperar elementos do master plano que agreguem valor e sejam elementos de atração.

Ele também lembrou que todas as instituições do HIDS já desenvolvem projetos na linha de sustentabilidade e que isso precisa ter mais exposição para mostrar que, de alguma maneira, o HIDS já está acontecendo. Ele sugeriu que cada instituição, incluindo a PUC-Campinas, faça esse levantamento de projetos sustentáveis para dar essa publicidade, trazendo consistência para a proposta e atraindo outros agentes. Ele sugeriu também a criação de um espaço de grande mostra desses projetos.

O reitor da PUC também contou da criação do LANDS – Laboratório Nacional para o Desenvolvimento Sustentável. Trata-se de um laboratório com capacidade de diagnóstico, de modelagem e de fomento ao desenvolvimento tecnológico para fomentar e realizar pesquisa objetiva e aplicada para o crescimento econômico do Brasil pela sua integração efetiva na agenda ONU de desenvolvimento sustentável. Ele explicou que o LANDS está aberto a parcerias, que já conta com um espaço para compartilhar experiencias e projetos e que o próximo passo é fazer um mapeamento de competências na região e no país.

Stanley Oliveira, chefe geral da Embrapa Agricultura Digital, pontuou que o projeto do HIDS agrega e aproxima as instituições participantes. Ele mencionou que uma das pautas atuais do governo federal é a saúde única, integrada com o ecossistema natureza. Ele também defendeu a necessidade de ter indicadores e de, a partir deles, monetizar os serviços ambientais de modo a gerar fatores de atratividade para o setor privado. Ele sugeriu criar uma grande vitrine de sustentabilidade na região para mostrar esse potencial que permanece desconhecido. A Embrapa já tem alguns projetos para apresentar. “Precisamos começar com pequenas ações de curto prazo. Na Embrapa os projetos são distribuímos em Lideranças – conforme competências – e em rede, de modo a viabilizar a coordenação e a governança. Esse também pode ser um modelo para o HIDS”, sugeriu.

Eduardo Gurgel lembrou que a próxima edição do Inova Trade Show, que vai acontecer em maio, no espaço da Expo D. Pedro, pode comportar uma grande mostra do que as empresas e demais instituições do HIDS estão fazendo na área de sustentabilidade.

Paulo Curado, do CPQD, lembrou a todos que em maio também acontece o primeiro congresso do Ceuci, o FGKD24: Congresso Distritos do Conhecimento de Quarta Geração 2024. Considerando a necessidade de pensar em nível global, ele propôs incluir os indicadores do Pacto Global no HIDS para possibilitar comparações com outros ecossistemas de inovação.

Sobre a discussão de como tangibilizar o HIDS, ele contou que no CPQD eles estão trabalhando em algumas iniciativas. O desafio é que para a ocupação efetiva do HIDS é preciso oferecer serviços. “Que serviços são esses? O que pode motivar as pessoas a virem para cá?”, questionou. Paulo Curado também mencionou a importância de ter um inventário de projetos sustentáveis e sugeriu usar as estruturas de comunicação das instituições do HIDS para apoiar a comunicação dessas iniciativas. Ele também sugeriu ampliar a comunicação do HIDS internamente, nas instituições do Conselho para ampliar o engajamento.

Em relação ao plano de ação apresentado pela FFCi, Curado perguntou de onde virá o montante final estimado de R$1,6mi.

Pedro Silva, representante da SANASA, tomou a palavra. Ele contou que em outubro/23, o Ministério da Fazenda do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciaram que as Normas de Divulgação de Sustentabilidade IFRS do International Sustainability Standards Board (ISSB, na sigla em inglês) serão incorporadas à estrutura regulatória brasileira, estabelecendo um cronograma para que a adoção dessas normas passe de uso voluntário, a partir de 2024, para o uso obrigatório em 1º de janeiro de 2026. O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) também aprovou a adoção das Normas Brasileiras de Preparação e Asseguração de Relatórios de Sustentabilidade convergidas aos padrões internacionais. Neste contexto, segundo ele, 2024 é um ano crucial para consolidar o HIDS.

Em seguida, o reitor da Unicamp retomou a palavra. Ele colocou que é um desafio encontrar as iniciativas que estão acontecendo a partir desses movimentos e aproximações, que podem ser compartilhadas entre os atores do HIDS. Para ele, é preciso prospectar oportunidades que podem ser desenvolvidas em conjunto e que, por isso, tem grande potencial captar recursos adicionais na esfera de fomento para tecnologia e inovação. Ele também mencionou a questão da comunicação e sugeriu que o Conselho crie grupos menores para criar essas ações de divulgação de projetos sustentáveis. Ele adiantou que no mês de marco a Unicamp terá uma iniciativa nesse sentido. Finalmente, ele mencionou alguns projetos que estão sendo desenvolvidos já com foco no HIDS Unicamp, por exemplo, o Hub de Energia Sustentável, um centro de pesquisas para transição energética, que também vai abrigar práticas de agricultura sustentável, projetos na área de bioenergia e outras energias renováveis, como o hidrogênio verde, tendo as tecnologias de informação e comunicação como base de todos os projetos. “Na Unicamp já temos competência para desenvolver esses projetos e estamos fazendo o esforço de conversar com vários atores”, disse Tom Zé.

Rui Albuquerque, do CNPEM, contou que eles estão trabalhando em uma proposta de cooperação na área de saúde – para o desenvolvimento de soluções tecnicamente viáveis para tratamento de câncer. Há também outra proposta com a EMBRAPA para usar linhas de luz para estudo de características do solo, um projeto de impacto nacional. Rui também falou sobre o desafio de persuadir proprietários de terras na área do HIDS a viabilizar a vinda de empresas, serviços e moradias. Ele sugeriu que o Conselho eleja um representante para tratar com os proprietários de terra dentro de uma estratégia coerente com os objetivos do HIDS, para mostrar que os projetos inovadores podem ser financeiramente viáveis.

Eduardo Gurgel mencionou que a Fundação já iniciou a aproximação com esses atores por meio de um canal de comunicação, com ações sistematizadas e que também já estão em desenvolvimento algumas ações para atrair ancoras para o HIDS.

Adriana Flosi, Secretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Campinas e representante do prefeito, Dario Saadi, iniciou sua fala afirmando que ter segurança jurídica é primordial para tratar de incentivos fiscais. Segundo ela, a cidade avançou nesse quesito em 2023 e voltou a receber empresas querendo se instalar aqui.

O PLC do PIDS é fundamental nesse sentido. Ela informou que o Projeto será protocolado esse ano e vai entrar na audiência pública em 2024. Ela convidou todo o Conselho para estar presente no ato em que o Prefeito vai assinar o PLC para enviar para a Câmara e para apoiar o projeto ao longo do processo de audiências públicas que vai acontecer na Câmara Municipal em 2024. “Até a aprovação, a proposta de Lei de Uso e Ocupação do Solo para a área do PIDS ainda está aberta às modificações propostas pelos vereadores. Ela lembrou ainda do fato de que a Prefeitura não tem nenhum território no HIDS hoje e que boa parte da terra pertence a particulares e que eles vão precisar parcelar as glebas para empreender. “Como Prefeitura, estamos propondo o HIDS como um Distrito de Inovação alinhado aos ODS. Passagens de fauna já estão sendo feitas em outras áreas na cidade. O Prefeito Dario está apresentando Campinas na Cop28”, frisou a Secretária. Sobre incentivos fiscais, Adriana Flosi afirmou que existe uma lista de CNAES com direito a incentivo a prestadores de serviços, isenções de taxas ISS, e outros. Também disse que já existe um Plano Diretor que estabelece uma diretriz viária para ser seguida e que as audiências serão acompanhadas pelo Ministério Público.

A secretária mencionou ainda que foi feita uma apresentação do HIDS para a FAPESP, que manifestou interesse em oferecer algum tipo de financiamento. Ela afirmou a importância de explorar linhas de financiamento da FINEP e FAPESP e de fazer uma aproximação com a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo, que tem uma cadeira no Conselho do HIDS.

A partir da visita técnica à Universidade de Lisboa, surgiu a possibilidade de implementar um acordo de cooperação com a PUC-Campinas para desenvolver um projeto piloto de indicadores para a cidade, em parceria com o Rogerio Amarante – diretor de Tecnologia de Informação da Prefeitura de Campinas. Foi comentado também que um dos projetos que estão sendo discutidos é a de um reator de prótons, em parceria com a PUC.

A Secretária informou que a contratação do Piquet está pronta para assinatura, mas deve ficar para o ano que vem por conta da disponibilidade de recursos.

Sobre a vinda do governador Tarcísio de Freitas para Campinas, ela pontuou que é preciso criar um fato relevante, como por exemplo, um projeto em parceria com o governo estadual. Ela lembrou que três órgãos da APTA estão em Campinas: o Instituto Biológico, o IAC e o ITAL.

Finalmente, Adriana Flosi informou que Prefeitura quer trabalhar os planos de convergência. Em relação à comunicação, ela disse que há um esforço grande das cidades para se consolidarem como cidades inovadoras. “Para além da divulgação, é necessário alinhavar o ecossistema, estabelecer um ambiente com uma agenda de eventos e marcos de caráter internacional. Isso é viável se considerarmos que Campinas é o 10º PIB do País com forte adensamento de ciência, tecnologia e inovação”, frisou.

A Prefeitura se aproximou da FFCi para incorporar o Inova Trade Show em sua agenda de eventos. O Encontro de Líderes foi um marco importante para o HIDS.

Para 2024, a Fapesp se colocou à disposição para trazer palestrantes internacionais para o Campinas Innovation Week. E há parcerias sendo costuradas com a 100 Startups e com a Venture Hub na organização/participação no evento TechStart Summit, e para participações na Retail Conference (04 a 06 de junho/24 – Chicago) e no SXSW (06 a 12 de março/24, Austin, Texas). O objetivo é fortalecer a marca Campinas junto às comemorações dos 250 anos da cidade, que serão concentradas no Pátio Ferroviário.

A próxima da reunião do Conselho do HIDS ficou para o dia 13 de março, no mesmo horário, das 17 às 19h, presencial, em local a ser definido.

Não havendo mais nada a registrar, eu, Patrícia Mariuzzo, que redigi a presente ata, finalizo o documento.

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